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PT quer retaliar com verbas de publicidade

Rui Falcão, presidente do PT, defende cortar anúncios de TVs que 'apoiaram protestos'. Dirigente propõe 'Nova política de anúncios' para atender aos interesses políticos do partido, o que resultaria em censura ao conteúdo veiculado pelas emissoras.
EXAME, com Estadão conteúdo
18 de março de 2015 às 23:10

Brasília - O presidente nacional do PT, Rui Falcão, defendeu, em reunião fechada com a bancada, que o governo deve restringir a veiculação de publicidade nos veículos de comunicação que "apoiaram" e "convocaram" as manifestações contra a presidente Dilma Rousseff no domingo, 15.

"Não se enganem. O monopólio da mídia não será quebrado apenas nas redes sociais. Isso é uma ilusão".



O dirigente disse, em seguida, que a "quebra" do monopólio deve ser feito por meio de "uma nova política de anúncios para os veículos da grande mídia".


Para ilustrar sua tese, ele citou um caso que o pegou de surpresa.

"A Record, que sempre teve uma simpatia maior por nós, no domingo começou em rede aberta a convocar a manifestação. Foi uma briga por audiência. Nesse caso não foi nem má-fé".


O presidente da sigla disse aos presentes que não adianta "minimizar" o que ocorreu no domingo, mas pontuou que o sucesso das manifestações se deve "exclusivamente" a convocação da "grande mídia". Segundo Falcão, as redes de TV "manipularam" os números de participantes.


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